GEFLORA - Gerência de Autorizações e Acompanhamento para Flora

GEFLORA - Gerência de Autorizações e Acompanhamento para Flora - tem entre suas atribuições a responsabilidade pela coordenação das análises e dos procedimentos técnico-administrativos relacionados à supressão de vegetação nativa, à exploração de floresta plantada, aos produtos florestais que estão sujeitos ao controle e, portanto, exigem a emissão de autorizações no sistema DOF para o seu transporte, e ao corte de árvores isoladas, por meio do Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais - SINAFLOR.

CANAIS DE ATENDIMENTO DA GEFLORA: 

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Telefone para atendimento sobre Supressão: (62) 98164-0597 (ligação)
Responsável: Zilma Alves Maia 

Telefone para atendimento sobre Documento de Origem Florestal - DOF: (62) 981640365 (ligação e WhatsApp) 
Responsável: Héber Fonseca
 

PERGUNTAS FREQUENTES:

 

LEGISLAÇÃO APLICADA:

Leis

Lei Federal Nº 12.651/2012

Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa

Lei Federal Nº 11.428/2006

Dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica, e dá outras providências

Lei Estadual Nº 18.104/2013

Dispõe sobre a proteção da vegetação nativa, institui a nova Política Florestal do Estado de Goiás e dá outras providências

Lei Estadual Nº 20.694/2019

Dispõe sobre normas gerais para o Licenciamento Ambiental do Estado de Goiás e dá outras providências.

Lei Estadual Nº 20.773/2020

Institui o Regime Extraordinário de Licenciamento Ambiental - REL como medida de enfrentamento da situação extrema de âmbito econômico no Estado de Goiás, provocada em razão da decretação de estado de calamidade pública, decorrente da infecção humana pelo Novo Coronavírus (COVID-19)

Decretos

Decreto Federal Nº 6.660/2008

Regulamenta dispositivos da Lei no 11.428, de 22 de dezembro de 2006, que dispõe sobre a utilização e proteção da vegetação nativa do Bioma Mata Atlântica

Decreto Estadual Nº 9.710/2020

Regulamenta, no âmbito do Poder Executivo Estadual, a Lei Estadual nº 20.694, de 26 de dezembro de 2019, que dispõe sobre as normas gerais para o Licenciamento Ambiental no Estado de Goiás e dá outras providências)

Instruções Normativas 

Instrução Normativa IBAMA 02/2020

Estabelece o  dia 31 de janeiro de 2021, como data limite para o cadastro e homologação,  por meio do módulo de Autorizações de Exploração Florestal (Autex) presente no sistema DOF,  das autorizações de atividades florestais protocoladas nos órgãos do Sisnama antes de maio de 2018, salvo em casos excepcionais, expressamente aprovados pelo Ibama.

Instrução Normativa 11/2021

Regulamenta o procedimento aplicável para a expedição da Autorização de Queima Controlada e dá outras providências.

Instrução Normativa 14/2021

Institui os parâmetros para solicitação e emissão de autorização de conversão de uso do solo e estabelece a comprovação de inexistência de alternativa técnica e locacional, mediante laudo técnico, para intervenção em veredas e murunduns.

Instrução Normativa 16/2021

Regulamenta parâmetros para solicitação e emissão de registro de intervenção em Área de Preservação Permanente - APP e Áreas de Uso Restrito.

Instrução Normativa 18/2021

Dispõe sobre os procedimentos para a definição de prioridade na análise do Cadastro Ambiental Rural.

Instrução Normativa 19/2021

Estabelece procedimentos para a tramitação e ordem de análise dos processos administrativos para solicitação de licenças e autorizações, no âmbito do Sistema SGA/SEI

Portarias

Portaria MMA Nº 32/2019

Proíbe o corte de Pequizeiro (Caryocar spp.) em áreas situadas fora dos limites do bioma Amazônia, exceto nos casos de exemplares plantados.

Orientação Normativa

Orientação Normativa 01/2020

Regulamenta procedimentos específicos sobre o processo de transição entre o modelo anterior de licenciamento ambiental e o novo modelo estabelecido por meio das Leis nº 20.694/19, LEI n º 20.773/20 e DECRETO nº 9.710/20

Orientação Normativa 04/2021

Define as tipologias de empreendimentos ativas para requerimento no Sistema Ipê e orienta a fase de transição entre o modelo anterior de licenciamento ambiental (Plataforma SGA) e o novo modelo estabelecido por meio da LEI Nº 20.694/19, LEI Nº 20.773/20 E DECRETO Nº 9.710/20 (PLATAFORMA IPÊ).

( .. passam a ter validade, no âmbito dos pedidos de conversão do uso do solo (autorização de supressão de vegetação nativa) os novos Termos de Referência - TR para diagnóstico de Fauna e de Flora.

Orientação Normativa 07/2021

Define as possibilidades de aproveitamento de taxas no âmbito dos requerimentos apresentados no Sistema IPÊ, durante o período que especifica.

Orientação Normativa 08/2021

Orienta quanto a aplicação da prescrição da pretensão punitiva nos termos dos arts. 26 e 27 da Lei Estadual nº 18.102, de 18 de julho de 2013.

Orientação Normativa 09/2021

Orienta os procedimentos e os entendimentos aplicáveis no processo administrativo para apuração das infrações por supressão de vegetação nativa, impedir ou dificultar a regeneração natural e provocar incêndios ou queimadas, bem como a aplicação das sanções decorrentes.

Resoluções

Resolução CEMAm 107/2021

Dispõe sobre as atividades de impacto local de competência dos Municípios, fixa normas gerais de cooperação federativa nas ações administrativas  decorrentes  do  exercício  da  competência  comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente e ao combate da poluição em qualquer de suas formas, conforme previsto na Lei Complementar n° 140/2011, e na Lei Estadual nº 20.694 de 26 de dezembro de 2019 e dá outras providências

DOCUMENTOS IMPORTANTES:

VAI PLANEJAR SEU EMPREENDIMENTO? CONHEÇA AS MATRIZES JÁ DISPONÍVEIS NO SISTEMA IPÊ:

O material aqui disponibilizado tem como única função permitir um melhor planejamento da solicitação de Conversão de Uso do Solo, mas não substitui aquele constante no Sistema IPÊ. Havendo qualquer discordância, deve-se considerar as informações constantes na plataforma IPÊ.

GRUPO A1 - CONVERSÃO DO USO DO SOLO (SUPRESSÃO DE VEGETAÇÃO NATIVA)

SUBGRUPO A1.1 - conversão do uso do solo (asv), em áreas rurais de vegetação nativa mesmo que campestre, para implantação de empreendimentos sem licença de instalação ou equivalente, exceto empreendimentos lineares e agrosilvipastoris.

Obs.: quando estiver sendo requerida junto com empreendimento novo, não instalado ou alteração/ ampliação passível de licenciamento

SUBGRUPO A1.1 -  conversão do uso do solo (asv), em áreas de vegetação nativa mesmo que campestre, para implantação de empreendimentos lineares sem licença de instalação. 

Obs.: quando estiver sendo requerida junto com empreendimento novo, não instalado ou alteração/ ampliação passível de licencimento.

SUBGRUPO A1.1 - conversão do uso do solo (asv), em áreas rurais de vegetação nativa mesmo que campestre, para implantação de empreendimentos de agricultura, pecuária extensiva e silvicultura, sem licença de implantação ou equivalente.

Obs.: quando estiver sendo requerida junto com empreendimento novo, não instalado ou alteração/ ampliação passível de licencimento

Registro de conversão do uso do solo (supressão de vegetação nativa) em propriedades rurais em área de até 2 (dois) hectares, a ser realizada a cada 5 (cinco) anos, para empreendimentos agrossilvipastoris.

Registro de conversão do uso do solo (supressão de vegetação nativa) em propriedades rurais em área de até 2 (dois) hectares, a ser realizada a cada 5 (cinco) anos, para implantação de empreendimentos lineares.

Registro de conversão do uso do solo (supressão de vegetação nativa), em áreas rurais de vegetação nativa mesmo que campestre de até 2 (dois) hectares, para implantação de empreendimentos sem licença de instalação ou equivalente, exceto empreendimentos lineares e agrosilvipastoris.

Registro de corte de árvores isoladas por hectare em área urbana licenciada pela semad, exceto se forem espécies tombadas, resguardadas as normas municipais de arborização urbana.

Registro de corte de árvores isoladas por hectare em área rural consolidada, exceto se forem espécies tombadas.

Registro de limpeza de áreas já antropizadas e que tenham  permanecido sem utilização em no máximo 5 (cinco) anos.

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